Software de Prateleira X EHTS

Existe uma empresa exatamente igual à outra? Que ambas tenham a mesma cultura organizacional, os mesmos processos, que utilizam os mesmos métodos de gestão? As pessoas que trabalham em uma empresa são iguais às que trabalham em outra? A resposta é óbvia, certo? 

Então, como um único software pronto – um daqueles chamados de “software de prateleira” – poderia servir para resolver todos os tipos de problemas em todas as empresas? Chega a ser uma armadilha quando, ao sabemos sobre uma experiência positiva de uma empresa com um determinado software, decidimos trilhar o mesmo caminho. 

Como curiosidade, citamos aqui um exemplo, fora do contexto de departamento jurídico, mas que serve para ilustrar: Muito se fala no mercado corporativo como um todo sobre os métodos ágeis. E o sonho de muita empresa é copiar o modelo da Spotify, considerando-a como um exemplo na abordagem Agile.

Quem tem esse sonho ignora até as várias opiniões contrárias à percepção de sucesso da gigante startup – por exemplo, Jeremiah Lee, que foi Product Manager na Spotify por sete meses em 2017, escreveu um artigo afirmando que o modelo de squads falhou e se “o Spotify não usa o modelo Spotify, você também não deveria”.

Mesmo que esse modelo – de forma suscinta, ele propõe ter vários times (os squads), divididos por departamentos (as tribos), com cada equipe funcionando como uma mini-startup autônoma e tendo um gerente de produto como mini-CEO – fosse bem-sucedido, a empresa que venha a copiá-lo não tem a mesma cultura e nem as mesmas pessoas, estando assim fadada ao fracasso.

Para o sucesso, uma empresa até pode se inspirar em outras, mas tem que buscar seu próprio modelo, de acordo com suas características peculiares. 

Com isso servindo como pano de fundo, podemos extrapolar para um departamento jurídico, com suas particularidades, seus desafios e seus problemas ou dificuldades, assim como suas próprias expectativas. Um software de prateleira não vai se ajustar a todos esses mínimos detalhes.

Por isso, o mais indicado seria ter um software personalizado, para que seja eficaz, só que nem sempre ele é realmente necessário. O que a EHTS faz é adaptar seu sistema operacional ao tipo de operação que já está consolidada na empresa. Não é a empresa ou departamento jurídico que precisa se adaptar a uma solução tecnológica, e sim o contrário. E, se for preciso, faz parte da alçada de atuação da EHTS desenvolver um software personalizado para a empresa cliente.

As vantagens da EHTS

Quantidade certa de relatório

Gráficos e relatórios são essenciais para informar gestores e controlar KPIs. O desafio é que sejam objetivos, concisos e precisos, na medida para informar corretamente, ou seja, nem mais e nem menos.

Mais inteligência a partir dos dados

Um software jurídico de prateleira utiliza um conjunto de indicadores (para o Contencioso, Contratos e Atos Consultivos) já configurados, com base nas melhores práticas. Entretanto, relatórios e gráficos gerados a partir desses indicadores pré-configurados, desperdiçam a oportunidade de se entender a origem dos dados, a razão de buscá-los e como impactam na gestão.

Estatística

Ela só é realmente eficaz com a coleta adequada de dados, com padronização e utilização de forma dirigida com métricas claras. Softwares de prateleira até geram insights e projeção de cenários já que permitem configurar cenários, mas são estáticos; por isso, ajudam pouco na gestão e dão uma falsa sensação de controle.

100% configurável

 O software de prateleira oferece flexibilidade para novas visões com base no seu negócio, nos aspectos operacional, analítico ou estratégico. Entretanto, a flexibilidade para aplicar variáveis diferentes a uma análise, que é um dos atributos do serviço 100% configurável da EHTS, é fundamental. É algo que deve ser usado após o levantamento de hipóteses e de testes em base de dados confiável.

Aumento da qualidade

Transparência e segurança, com base de dados confiável e padronizada, é o que o departamento jurídico consegue com software de prateleira, por permitirem rápida identificação de erros, por exemplo. A EHTS entra em cena para que a base de dados tenha qualidade, já que isso depende que cada integrante da equipe incorpore a cultura de dados e entenda a relevância da alimentação das informações de forma correta e padronizada.

100% web

Consultas e acompanhamento do desempenho operacional nos softwares de prateleira podem ser feitos de qualquer dispositivo e de qualquer lugar com internet. Porém, a EHTS entende que estratégia e decisões centrais para a gestão jurídica devem ser pensadas, planejadas, executadas e, depois, medidas. E isso não pode ser feito na correria pelo celular ou WhatsApp.

A conclusão a que chegamos é em uma única verdade: usar apenas um software não funciona na gestão jurídica. A EHTS tem muito a oferecer para o setor.

Fontes:
https://www.instagram.com/p/CP0yyX1i5ao/
https://www.jeremiahlee.com/posts/failed-squad-goals/